Boa Tarde Eliana, gostei muito de saber que podemos sugerir temas,como vc sabe, trabalho na área da saúde (SUS), no momento atendendo gestantes de baixa renda que na sua maioria estão no início da gravidez. Elas chegam no consultório e acabam chorando dizendo que querem abortar, que não desejam esse filho enfim, faço os exames clínicos de rotina e como técnica para animá-las uso o sonar para que elas auscultem os batimentos cardíacos do bebê, resumindo não deu muito certo, pois aí que se desesperam e dizem que não querem nem ouvir.... No momento dessas consultas difíceis fico sem saber o que dizer em relação a rejeição do bebê, e esse silêncio faz com que eu sinta que meu trabalho não está completo, me sentindo um pouco fria, sinto realmente que poderia ajudar mais e não somente fazer as consultas. Na faculdade aprendi a esculta terapêutica, mas na verdade preciso aprender a ¨fala terapêutica¨ para essa gestantes. Gostaria que vc comentasse como um profissinal de saúde que não seja um psicólogo orienta a gestante nessa situação. Um beijo grande Déia
Oi, Andrea Boa tarde Esse assunto é de grande complexidade, pois o período gestacionalgera nas mulheres geram alterações emocionais e hormonais o que acaba acarretando oscilações de humor, maior sensibilidade, enfim uma nova adaptação a esse novo momento de sua vida.Imagine uma mulher que não esta se sentindo amada, amparada pelo seu companheiro.Todas estas alterações se potencializam e ela sente-se sozinha, abandonada com um filho na barriga.Na verdade ela não sabe lidar nem com sua própria vida que dira com um ser que esta formando dentro dela.Ela quer eliminar aquele desconforto que ela sente, consequentemente rejeita a situação`´E difícil esta "fala terapeutica" que vc se refere pois no fundo o que vc quer mostrar a elas que vale a pena ter um filho.Porem qualquer coisa que seja dita neste momento quando se esta rejeitando o bebê soa como "incomodo".O correto seria ter um trabalho de orientação psicológica para as gestantes para elas poderem compreender o que realmente esta acontecendo com elas.Infelizmente o seu trabalho fica truncado pois elas estão precisando de alguem que abarque tanto os seus impulsos destrutivos quanto os construtivos. Vc com certeza não tem este espaço para poder desenvolver um trabalho mais amplo.De qualquer forma as xs o silencio diz mto mais do que qualquer coisa.Acredito que vc deveria manter a conduta que vem tendo, ou seja,deixa-las ouvir o bebe a fim de que elas gradativamente vão tomando consciencia que dentro delas tem uma nova vida.Vou escrever um texto sobre gestação. Boa sorte, bjs Eliana
Boa Tarde Eliana, gostaria de agradecer seu comentário, me auxiliou bastante, compreendi que o melhor é não dizer nada e isso fez com que não me sentisse culpada ou com trabalho incompleto. Me sinto melhor, mais aliviada, como vc disse acima, vou continuar fazendo meu trabalho normalmente. Parece que as vezes a esculta é a melhor forma de ajudar. Mais uma vez agradeço pela ajuda. Um beijo grande Déia
REALMENTE VOCÊ É FERA NO ASSUNTO, EU GOSTARIA DE PODER TER ESTE POTENCIAL PARA ENFRENTAR CERTAS DIFICULDADES DA VIDA. PARABÉNS SEU BLOG É MARAVILHOSO. CRISTINA.
Fico feliz em perceber que voce gostou dos textos.Todos nós temos um potencial a ser desenvolvido, o que ocorre é que muitas vezes não acreditamos nesta força interior que nós impulsiona para frente.O importante é procurarmos mudar a nossa maneira de en- xergar a vida e aprender a se respeitar e se amar mais.Desta forma naturalmente começa- mos a ter uma nova atitude perante o mundo que nos cerca. Um grande beijo Eliana
Olá. Há mais de um ano venho investigando com vários médicos e exames o fato de eu sentir muita vontade de ir ao banheiro tantas vezes por dia. Nada de errado foi encontrado, meu exames dão todos normais. O médico concluiu que é Bexiga hiperativa com fundo emocional pois sou muito ansiosa, "fechada" e nunca consigo me expressar e também pois essas vontades intensas de ir ao banheiro só ocorrem quando estou fora de casa e em momentos que eu não deveria/poderia ir. Isso existe? Eu deveria ir ao psicologo ou ao psiquiatra? Tem tratamento?
Olá! Bem...não sei se este será o local mais indicado para deixar as minhas dúvidas, mas aqui vai... Estou apaixonada por uma mulher e sou correspondido. Temos uma conexão e uma empatia incrível. Quer ela quer eu queremos que isto seja mais do que uma amizade e queremos muito estar juntos. O problema é que nós praticamente só conseguimos estar juntos no ginásio, isto porque eu tenho-a convidado para sair e tudo mais, mas ela continua a rejeitar os meus convites. Segundo ela, ela deseja mesmo muito estar comigo e sair comigo...mas pura e simplesmente não consegue. Diz que não consegue compreender o porquê, mas que sente que o medo a domina. Que é algo que não faz sentido, porque gosta mesmo muito de mim e confia em mim...mas que é algo irracional. Esta mulher por quem me apaixonei acabou à algum tempo uma relação de cerca de 1 ano. Gostava muito do rapaz, o problema é que ele não lhe ligava nenhum. Para além disso, nem sempre foi a melhor pessoa para com ela. Julgo que o medo que ela sente tem a ver com esta relação passada, e que este medo que a domina é o medo de se deixar envolver e de se desiludir ou magoar novamente. Será que estou correcto? De que forma poderei ajudá-la a ultrapassar ou a contornar este problema? Obrigado pela atenção.
Olá Eliana!
ResponderExcluirminha pergunta é: Sair de um problema é somente uma questão de "força de vontade"?
Boa Tarde Eliana, gostei muito de saber que podemos sugerir temas,como vc sabe, trabalho na área da saúde (SUS), no momento atendendo gestantes de baixa renda que na sua maioria estão no início da gravidez. Elas chegam no consultório e acabam chorando dizendo que querem abortar, que não desejam esse filho enfim, faço os exames clínicos de rotina e como técnica para animá-las uso o sonar para que elas auscultem os batimentos cardíacos do bebê, resumindo não deu muito certo, pois aí que se desesperam e dizem que não querem nem ouvir....
ResponderExcluirNo momento dessas consultas difíceis fico sem saber o que dizer em relação a rejeição do bebê, e esse silêncio faz com que eu sinta que meu trabalho não está completo, me sentindo um pouco fria, sinto realmente que poderia ajudar mais e não somente fazer as consultas. Na faculdade aprendi a esculta terapêutica, mas na verdade preciso aprender a ¨fala terapêutica¨ para essa gestantes. Gostaria que vc comentasse como um profissinal de saúde que não seja um psicólogo orienta a gestante nessa situação.
Um beijo grande
Déia
Oi, Andrea
ResponderExcluirBoa tarde
Esse assunto é de grande complexidade, pois o período gestacionalgera nas mulheres geram alterações emocionais e hormonais o que acaba acarretando oscilações de humor, maior sensibilidade, enfim uma nova adaptação a esse novo momento de sua vida.Imagine uma mulher que não esta se sentindo amada, amparada pelo seu companheiro.Todas estas alterações se potencializam e ela sente-se sozinha, abandonada com um filho na barriga.Na verdade ela não sabe lidar nem com sua própria vida que dira com um ser que esta formando dentro dela.Ela quer eliminar aquele desconforto que ela sente, consequentemente rejeita a situação`´E difícil esta "fala terapeutica" que vc se refere pois no fundo o que vc quer mostrar a elas que vale a pena ter um filho.Porem qualquer coisa que seja dita neste momento quando se esta rejeitando o bebê soa como "incomodo".O correto seria ter um trabalho de orientação psicológica para as gestantes para elas poderem compreender o que realmente esta acontecendo com elas.Infelizmente o seu trabalho fica truncado pois elas estão precisando de alguem que abarque tanto os seus impulsos destrutivos quanto os construtivos. Vc com certeza não tem este espaço para poder desenvolver um trabalho mais amplo.De qualquer forma as xs o silencio diz mto mais do que qualquer coisa.Acredito que vc deveria manter a conduta que vem tendo, ou seja,deixa-las ouvir o bebe a fim de que elas gradativamente vão tomando consciencia que dentro delas tem uma nova vida.Vou escrever um texto sobre gestação.
Boa sorte, bjs
Eliana
Boa Tarde Eliana, gostaria de agradecer seu comentário, me auxiliou bastante, compreendi que o melhor é não dizer nada e isso fez com que não me sentisse culpada ou com trabalho incompleto. Me sinto melhor, mais aliviada, como vc disse acima, vou continuar fazendo meu trabalho normalmente. Parece que as vezes a esculta é a melhor forma de ajudar.
ResponderExcluirMais uma vez agradeço pela ajuda.
Um beijo grande
Déia
Oi,Andrea
ResponderExcluirBoa noite
Fico satisfeita em perceber que meu comentário foi esclarecedor.Qualquer outra pergunta fique
a vontade em faze-la.
Beijos
Eliana
OI Eliana,
ResponderExcluirNossa que maravilha esse Blog..Adorei mesmoos temas são fantasticos.Parabens...Beijos
Andresa
ELIANA,
ResponderExcluirREALMENTE VOCÊ É FERA NO ASSUNTO, EU GOSTARIA DE PODER TER ESTE POTENCIAL PARA ENFRENTAR CERTAS DIFICULDADES DA VIDA.
PARABÉNS SEU BLOG É MARAVILHOSO.
CRISTINA.
Oi, Cristina
ResponderExcluirBoa noite
Fico feliz em perceber que voce gostou dos
textos.Todos nós temos um potencial a ser
desenvolvido, o que ocorre é que muitas
vezes não acreditamos nesta força interior
que nós impulsiona para frente.O importante
é procurarmos mudar a nossa maneira de en-
xergar a vida e aprender a se respeitar e
se amar mais.Desta forma naturalmente começa-
mos a ter uma nova atitude perante o mundo
que nos cerca.
Um grande beijo
Eliana
Olá. Há mais de um ano venho investigando com vários médicos e exames o fato de eu sentir muita vontade de ir ao banheiro tantas vezes por dia. Nada de errado foi encontrado, meu exames dão todos normais. O médico concluiu que é Bexiga hiperativa com fundo emocional pois sou muito ansiosa, "fechada" e nunca consigo me expressar e também pois essas vontades intensas de ir ao banheiro só ocorrem quando estou fora de casa e em momentos que eu não deveria/poderia ir. Isso existe? Eu deveria ir ao psicologo ou ao psiquiatra? Tem tratamento?
ResponderExcluirOlá!
ResponderExcluirBem...não sei se este será o local mais indicado para deixar as minhas dúvidas, mas aqui vai...
Estou apaixonada por uma mulher e sou correspondido.
Temos uma conexão e uma empatia incrível. Quer ela quer eu queremos que isto seja mais do que uma amizade e queremos muito estar juntos. O problema é que nós praticamente só conseguimos estar juntos no ginásio, isto porque eu tenho-a convidado para sair e tudo mais, mas ela continua a rejeitar os meus convites. Segundo ela, ela deseja mesmo muito estar comigo e sair comigo...mas pura e simplesmente não consegue. Diz que não consegue compreender o porquê, mas que sente que o medo a domina. Que é algo que não faz sentido, porque gosta mesmo muito de mim e confia em mim...mas que é algo irracional.
Esta mulher por quem me apaixonei acabou à algum tempo uma relação de cerca de 1 ano. Gostava muito do rapaz, o problema é que ele não lhe ligava nenhum. Para além disso, nem sempre foi a melhor pessoa para com ela.
Julgo que o medo que ela sente tem a ver com esta relação passada, e que este medo que a domina é o medo de se deixar envolver e de se desiludir ou magoar novamente.
Será que estou correcto?
De que forma poderei ajudá-la a ultrapassar ou a contornar este problema?
Obrigado pela atenção.